26/05/2022
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Um dos fuzis utilizado em ataque contra uma viatura da Polícia Civil que realizava a escola de três presos para audiência de custódia no Fórum Henoch Reis, no  último dia 6 de janeiro, pode ter sido extraviado do depósito público do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A ação audaciosa resultou na prisão de dois dos homens que estavam no camburão da viatura. 

 

O fuzil seria de propriedade de um empresário que teria vendido o armamento para um policial militar dia 3 de março de 2021.

Em contato com a equipe de reportagem da Agência Brasil de Notícias, o presidente do TJAM, desembargador Domingos Chalub, afirmou que não pode se pronunciar, pois a investigação segue em segredo de Justiça.

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) também foi acionado para fiscalizar o andamento do processo, que deve correr em paralelo com as investigações do MP e da Polícia Civil.

A assessoria de comunicação do TJAM enviou nota à imprensa no início da tarde deste sábado (15) sobre o caso e afirmaram que “todas as providências foram imediatamente tomadas para a devida apuração do caso, criminal e administrativamente, pois o TJAM se pauta pela idoneidade de seus atos, com precisão, lisura e respeito ao interesse público”.

O pronunciamento oficial ainda ressaltou as medidas que foram adotadas após a veiculação da informação de extravio da arma em sites e portais de notícias locais. “Entre as medidas adotadas estão a comunicação oficial, inclusive pelo Juízo da 1.ª Vara Criminal da Comarca de Manaus, à Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ/TJAM) para apuração, na esfera administrativa, de eventual responsabilidade de servidores da Corte em relação ao caso; e, ainda, à autoridade policial, na esfera criminal, para uma completa investigação e apuração de eventual crime”.

Veja a nota na íntegra:

NOTA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO AMAZONAS (TJAM)

Em relação a informações divulgadas na imprensa acerca de utilização de uma arma em tiroteio ocorrido no último dia 6, nas proximidades do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, e que teria desaparecido do Depósito Público do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Presidência da Corte esclarece o seguinte:

  1. Todas as providências foram imediatamente tomadas para a devida apuração do caso, criminal e administrativamente, pois o TJAM se pauta pela idoneidade de seus atos, com precisão, lisura e respeito ao interesse público;
  2. Entre as medidas adotadas estão a comunicação oficial, inclusive pelo Juízo da 1.ª Vara Criminal da Comarca de Manaus, à Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ/TJAM) para apuração, na esfera administrativa, de eventual responsabilidade de servidores da Corte em relação ao caso; e, ainda, à autoridade policial, na esfera criminal, para uma completa investigação e apuração de eventual crime.

Por fim, a Presidência do TJAM esclarece, ainda, que em razão da gravidade do fato, tem total interesse de que essas informações sejam apuradas com o máximo rigor.

Des. Domingos Jorge Chalub

Presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas

lucas

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